Livro: O Martírio dos Suicidas


Você já leu o livro “O Martírio dos Suicidas” de Almerindo Martins de Castro?

Se sim, você sabe o quanto este livro é esclarecedor sobre o tema que trata.

Se ainda não leu, coloque-o na sua lista de futuras leituras e, depois de lido, indique-o ou até mesmo dê de presente para aqueles que você sabe que, de alguma forma, estão passando por um momento de desespero.


Apesar de pequeno em volume, este livro carrega uma grande missão: a de esclarecer e socorrer os aflitos e desesperados, os desiludidos e atormentados, os partidários do negativismo, que imploram por explicações sobre a origem de seus sofrimentos.

Escrito em poucas linhas e palavras, para salvar aqueles ainda têm tempo de serem libertados da ideia de autodestruição.

Podemos dizer que não é um livro de teorias, e sim de ensinos práticos, pois o conteúdo que lá se encontra foi escrito pelos próprios Espíritos, através de mensagens psicografadas.

E esses Espíritos nos falam com propriedade e experiência de causa, pois conheceram de perto o terrível sofrimento que enfrentam todos aqueles que optam por antecipar sua sagrada estadia neste mundo de aprendizados.

Esses Espíritos infelizes que tiram a própria vida, o fazem não por que desejam de fato morrer, mas sim porque acreditam que com esse ato impensado, acabarão com o sofrimento pelo qual estão passando.

Muitas vezes a ideia do suicídio é inspirada por dificuldades e dores. Há inúmeros casos também em que é motivado pelo tédio excessivo, por parte daqueles que se supersatisfazem com os bens e prazeres da materialidade, muitas vezes afastados da raciocinada e da confiança e esperança em Nosso Divino Amigo Jesus.

O Martírio dos Suicidas - Almerindo Martins de Castro
O Martírio dos Suicidas – Almerindo Martins de Castro

Basta observar a quantidade de artistas famosos que optaram por retirar a própria vida: Marilyn Monroe, Kurt Cobain, Robin Williams, Chris Cornell, Chester Bennington, entre vários outros.

Eles tinham fama, talento e fortuna. Mas o vazio que sentiam dentro de si era maior que tudo isso.

Isso sem falar das pessoas que partem por suicídio inconsciente.

E o livro de Almerindo Martins de Castro, como o próprio título sugere “O Martírio dos Suicidas” vem justamente para esclarecer às pessoas que tem essa intenção drástica de que, uma vez tirando a própria vida o corpo morre, mas há algo além do corpo: e esse algo é o Espírito, que é imortal e eterno.

E, ao despertar no Plano Espiritual, mais precisamente no Vale dos Suicidas, como nos informa Yvonne do Amaral Pereira pelo seu clássico “Memórias de um Suicida“, o infeliz tem a certeza de que aquele sofrimento de que ele queria se ver livre, no plano físico, era apenas um grão de areia se comparado agora ao imenso deserto de sofrimentos pelo qual ele irá passar.

O assunto é grave é complexo.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a cada 40 segundos uma pessoa se mata no mundo.

Para dar uma ideia mais clara da imensa tragédia, isso quer dizer que cerca de 800 mil pessoas acabam com suas próprias vidas todos os anos!

Os métodos mais utilizados no mundo são: são enforcamento, envenenamento e armas de fogo.

O país com maior taxa de suicídio per capita no mundo é a Guiana (30,2 por 100.000). Há um altíssimo número de casos por ingestão de pesticidas.

A Rússia fica em segundo lugar e o meio mais utilizado é através do excesso de álcool.

Ficamos sabendo pela obra de Almerindo Martins de Castro que, para cada tipo de ação escolhida para provocar o suicídio, há um tipo de sofrimento correspondente.

Um exemplo: aquele que se atira nos trilhos do trem, tem a mesma sensação no Plano Espiritual do momento fatal. Ouve a todo tempo o apito do trem se aproximando, sente a imensa máquina passando em cima de seu corpo, e sofre com as terríveis dores da trituração. O sofrimento é constante e dura por muito, muito tempo.

Quantas vidas esse livro já salvou? Quantos desastres já conseguiu evitar? É impossível saber.
Mas com certeza foram muitos.

Muitas pessoas que pensam em colocar tal ideia em prática, se sentem declinadas a fazê-lo ao se depararem com uma palavra de conforto, seja falada, seja escrita.

Então, devemos fazer com que este pequeno livro de esclarecimento continue circulando e cumprindo sua missão salvacionista.

Como dito no início do texto indique-o, dê  o livro “O Martírio dos Suicidas” de presente ou mesmo deixe-o em cima de algum banco de uma praça, ou de um ônibus, para que esse “remédio” possa chegar para a pessoa espiritualmente exausta.

Não custa nada e você pode salvar uma vida. Ou várias.

Afinal, conforme consta no Talmud, e dita também no incrível filme “A Lista de Schindler”:

“Quem salva uma vida salva o mundo inteiro.”